O Forte da Alpena, era um sistema de paióis anexos à 5ª Bateria do RAC e
pertencia ao Depósito Geral de Material de Guerra (DGMG) sediado em Beirolas,
ao contrário da Raposeira, tinha uma guarnição permanente de 24/24 horas por
dia, que era composta por militares do quartel da Trafaria, 2 Cabos e 12 Soldados,
pelo facto de ser a unidade militar mais perto. Em 1961, não tinha energia
eléctrica instalada, sendo a mesma fornecida por um grupo gerador a partir da
década de 70.
O complexo era constituído por uma Porta d’ Armas, a norte e a sul por um Portão de Viaturas, vários edifícios subterrâneos, todos eles interligados por um sistema de corredores, túneis e guaritas de vigilância.
O complexo era constituído por uma Porta d’ Armas, a norte e a sul por um Portão de Viaturas, vários edifícios subterrâneos, todos eles interligados por um sistema de corredores, túneis e guaritas de vigilância.
Mais tarde, com a fixação da C.H.E.R.E.T.,
B.I.R.T. e mais tarde, B.I.S.M. no quartel da Trafaria, os militares do RAC,
foram divididos entre a 5ª e 6ª batarias.
O Forte tem cerca de 12 ninhos para a colocação de bocas-de-fogo anti aéreo
e de costa, que com o plano Barron, o projecto foi abandonado.
Actualmente, este complexo já não pertence ao exército, e com a desactivação do RAC, este complexo foi abandonado e deixado entregue ao vandalismo, quando, devido à sua posição geográfica e paisagística, podia ter sido transformado em algo turístico.
Actualmente, este complexo já não pertence ao exército, e com a desactivação do RAC, este complexo foi abandonado e deixado entregue ao vandalismo, quando, devido à sua posição geográfica e paisagística, podia ter sido transformado em algo turístico.
























